2 técnicas utilizadas na correção de micropigmentações mal feitas

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O uso de micropigmentadores na pele é uma técnica importante no ramo de estética. Mas nada impede que, algumas vezes, isso seja feito de maneira incorreta. E, no caso de micropigmentações mal feitas, é importante que as pessoas que trabalham nesta área saibam como agir para resolver o problema dos clientes.

Portanto, neste conteúdo apontaremos algumas das técnicas existentes para fazer estes reparos. O que pode ser aplicado para que procedimentos mal feitos sejam corrigidos, trazendo um melhor resultado e satisfação para as pessoas que buscam a micropigmentação como um recurso para sua aparência?

Solução salina e eletrocautério

Para começar, vamos citar dois procedimentos que podem ser escolhidos para corrigir a micropigmentação mal feita: a solução salina e o eletrocautério. A primeira consiste em causar um pequeno ferimento, juntamente com um processo de ressecamento da pele. Isso forma uma espécie de crosta no momento em que a pele reagir para cicatrizar o corte. Durante o período de cicatrização, o próprio organismo expele os pigmentos, retirando do corpo o procedimento mal feito.

O eletrocautério, por sua vez, é uma forma de expulsar os pigmentos a partir da cauterização da pele. Na mesma lógica da solução salina, ela gera uma inflamação que, no momento em que o corpo passar a reagir para superá-la, faz com que o produto mal aplicado seja jogado para fora do organismo. Vale destacar que estes processos precisam ser feitos de forma cuidadosa e profissional, justamente por mexerem diretamente com a parte interna do corpo humano, o que sempre requer muitos cuidados.

Remoção a laser e uso de despigmentante

Outras duas técnicas que podem ser utilizadas no momento de reparar micropigmentações mal feitas são as remoções por meio de laser e o uso de produtos chamados de despigmentantes.

O laser é uma opção bastante efetiva, sendo considerada uma das melhores para este tipo de caso. Em um rápido processo, ele entra em contato com a pele, na região desejada, e faz com que os pigmentos se desintegrem. Depois disso, fica mais fácil para o próprio corpo expelir os restos, resolvendo o problema de forma mais rápida.

Já a utilização de substâncias despigmentantes, depende de alguns cuidados especiais, mas também são soluções efetivas. Por se tratarem, geralmente, de ácidos, precisam ser aplicados com muita seriedade, e sempre por profissionais capacitados para tal função. Além disso, o foco precisa ser exatamente o ponto no qual a pessoa deseja reparar a micropigmentação mal feita.

O processo faz com que a pele passe por uma descamação. Depois disso, conforme ela se reconstrói, os pigmentos são expulsos e o procedimento mal feito é completamente reparado.

Estas são, portanto, algumas das técnicas a serem usadas quando a intenção é reparar o uso incorreto de micropigmentadores. Com cuidado profissional, este problema pode ser resolvido de forma mais rápida e eficiente.

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