Dermopigmentação Labial: Importância dos Cuidados no Procedimento, por Rejane Ferlin

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Artigo apresentado ao Centro Integrado de Tecnologia e Pesquisa e à Faculdade Nossa Senhora de Lourdes, como um dos requisitos para obtenção do título de Especialista em curso de Especialização Lato Sensu em Dermomicropigmentação, sob a orientação do Professor(a) Wilza Diane G. L. de Mendonça.

RESUMO

A dermopigmentação é um tipo de pigmentação exógena introduzida na camada subepidérmica da pele por meio físico (dermógrafo e agulhas), que visa a correção ou o embelezamento estético. O objetivo geral desse artigo é a dermopigmentação labial, sendo os objetivos específicos: abordar a recuperação do procedimento, analisar a questão de colorimetria e por fim importância no cuidado do procedimento e complicações. Este tema justifica-se, pois, a maquiagem permanente por micropigmentação tornou-se parte da moda, prometendo certos benefícios, principalmente para mulheres. As clínicas oferecem essa técnica para as sobrancelhas, pálpebras e lábios, que são as aplicações faciais mais comuns. A metodologia adotada para este estudo foi a revisão integrativa da literatura, foi possível concluir que a estética vem direcionando seus serviços e técnicas para abranger um mercado cada vez maior e suprir a necessidade de seus consumidores que tem cada vez menos tempo para cuidar da saúde e da beleza.
Palavras-chave: Estética. Dermopigmentação. Lábios.

INTRODUÇÃO

A maquiagem permanente é uma técnica cosmética que emprega tatuagens (pigmentação permanente da derme) como um meio de produzir desenhos que se assemelham à maquiagem, como delineamento de olhos e outras cores permanentes de aprimoramento da pele do rosto, lábios e pálpebras. Também é usado para produzir sobrancelhas artificiais, principalmente em pessoas que as perderam em consequência da velhice, doenças como alopecia total, quimioterapia ou distúrbio genético, para disfarçar cicatrizes e manchas brancas na pele, como em vitiligo. Também é usado para restaurar ou melhorar a aréola da mama, como por exemplo, após a mastectomia.

A dermopigmentação dos lábios, ou a maquiagem permanente ou semi-permanente é uma técnica que consiste em injetar pigmentos minerais biorreabsorvíveis na derme dos lábios usando agulhas. Há muito tempo, associadas a uma coloração muito visível, as técnicas de maquiagem semi-permanente melhoraram e tendem hoje a resultados muito mais naturais. As mulheres podem empregar com sucesso produtos cosméticos para manipular sua aparência. Verificou-se que, em contraste com a pele nua, as mulheres caucasianas que usavam maquiagem eram vistas como mais saudáveis e mais confiantes e eram consideradas como tendo maior potencial de ganho e mantendo empregos de maior prestígio. O objetivo geral desse artigo é investigar sobre o procedimento de dermopigmentação labial, sendo os objetivos específicos: abordar a anatomia dos lábios, micropigmentação labial, analisar a questão de colorimetria e por fim como os cuidados no durante e pós o procedimento. Este tema justifica-se, pois, a maquiagem permanente por micropigmentação tornou-se parte da moda, prometendo certos benefícios, principalmente para mulheres idosas. As clínicas oferecem essa técnica para as sobrancelhas, pálpebras e lábios, que são as aplicações faciais mais comuns. Como com outros tipos de tatuagens, uma variedade de efeitos adversos foi observada com maquiagem permanente, como abanar, desbotar e cicatrizar; reações inflamatórias granulomatosas; dermatite alérgica de contato; fototoxicidade; hipomelanose; e infecções. A metodologia adotada para este estudo foi a revisão integrativa da literatura, sendo este, um método que tem a finalidade de reunir e sintetizar resultados de pesquisas sobre um delimitado tema ou questão, de maneira sistemática e ordenada, contribuindo para o aprofundamento do conhecimento do tema investigado, permitindo também, a síntese de múltiplos estudos publicados e possibilita conclusões gerais a respeito de uma particular área de estudo.

ANATOMIA LABIAL

As lábios são estruturas anatômicas, que revestem a boca humana. Sua cor, largura e formato variam de acordo com a etnia e as características genéticas particulares herdadas dos ancestrais.2 Hoje em dia, a função dos lábios vai além da sua funcionalidade fisiológica, são também estruturas de suma importância estética, pois sua forma e dimensões representam conotações de juventude, sensualidade e beleza (GUIDONI,2019). Normalmente, consideram-se bonitos lábios que posseum volume, projeção, contorno bem definido e exposição de cor. Para ser harmônico, sugere-se uma regra na qual o lábio superior deve conter um terço da massa labial total, e o lábio inferior, dois terços. (Figura 1). O contorno da parte medial do lábio superior possui uma junção mucocutânea angulada que recebe o nome de “Arco do Cupido”, área que confere sensualidade aos lábios. (Figura 2)(SANDOVAL, AYRES, 2013).

Figura 1: Proporção labial Fonte:Preenchedores 2013
Figura 2: Topografia labial Fonte: Preenchedores 2013

A derme é formada por extensas redes capilares, fibroblastos, macrófagos e adipócitos dispersos, além de inúmeras fibras colágenas e elásticas, e por isso, possui a capacidade de distender-se quando é tracionada e voltar ao estado original assim que cessa a tração (CORMACK, 1996).

A hipoderme também conhecida como tela subcutânea, representa a camada mais profunda da pele e tem sua espessura variável, conecta frouxamente a pele com a fáscia dos músculos subjacentes, e permite aos músculos contraírem-se sem repuxar a pele. É composta por duas camadas: a areolar, que é a mais superficial e é formada por adipócitos globulares, de grande volume em disposição vertical; e a camada lamelar que é formada por células menores, alongadas e no plano horizontal, esta camada apresenta maior suscetibilidade a aumentos de espessura nos acúmulos de adiposidade (BORGES,2006).

CONHECENDO A DERMOPIGMENTAÇÃO

A dermopigmentação, como procedimento estético, é, segundo os estudos de Martins, et al, “um tipo de pigmentação exógena introduzida na camada subepidérmica da pele por meio físico (dermógrafo e agulhas), que visa a correção ou o embelezamento estético” (MARTINS, et al, 2012, p. 175).


A técnica de micropigmentação teve sua origem no Oriente, inspirada nos procedimentos de tatuagem, e desde então vem se reinventando conforme a demanda, propósitos e técnicas presentes no mercado. Foi introduzida no Oriente já nos anos 80, mediante técnica milenar da cana de bambu ─ um trabalho artesanal e doloroso ─, e nos anos 90 foi amplamente disseminada e profundamente especializada nos Estados Unidos, onde passou a ser aplicada como uma técnica médico-estética, sendo então chamada de micropigmentação dérmica (BORBA,2019).


O aparelho utilizado atualmente é chamado de dermógrafo. Este aparelho opera por meio de um motor que realiza movimentos pré-ordenados, com um conjunto de uma a quatorze agulhas, que causam uma lesão e depositam pigmento na região a ser micropigmentada (MAIO, SALLES,2004). É indispensável o profundo conhecimento teórico sobre a anatomia e fisiologia da pele, bem como de colorimetria e principalmente a aplicação de técnicas de higiene e segurança, além de um intenso treinamento prático para a realização do procedimento de micropigmentação (GUYTON,2016). Por tratar o presente artigo da dermomicropigmentação labial, necessário discorrer minuciosamente acerca do procedimento em questão.

DERMOPIGMENTAÇÃO LABIAL

A micropigmentação labial é um procedimento utilizado para realçar a cor e definir os lábios naturais, por meio do depósito de pigmentos coloridos na linha de transição entre a mucosa e a pele, a fim de conferir maior aparência e aspecto de vitalidade nos lábios da paciente.
Cada tipo de lábio necessita de uma técnica diferente. Para micropigmentar lábios hipocrômicos e acrômicos sem sulcos ou flácidos, são utilizadas agulhas de 1, 2 ou 3 pontas, dependendo da largura do traço desejado, com o aparelho posicionado 90º e 60º com profundidade de 1,5 mm. Para micropigmentar lábios envelhecidos ou com cicatrizes são utilizadas agulhas pincel de 5 pontas por todo o contorno e pelo preenchimento e aparelho posicionado a 60º e 45º, dependendo da anatomia do lábio (ROSA,2017).
Há também casos de perda do tecido labial por acidente, queimadura ou até mesmo casos em que o indivíduo nasce com uma fissura labiopalatina, que são lesões que tiram o formato original dos lábios. O procedimento de micropigmentação se mostra importante pois pode de alguma forma reconstituir o formato dos lábios velando a cicatriz. Nestes casos, sugere-se que seja utilizado um pigmento próximo ao natural dos lábios, a fim de proporcionar maior naturalidade ao tecido pigmentado (SCHUSTER,2017).
Assim como qualquer outro procedimento estético, deve-se respeitar ao máximo os traços e expressões naturais do paciente. Com os lábios não seria diferente, ademais, deve-se respeitar a linha natural dos lábios para evitar a migração do pigmento para outras áreas não desejadas. Muitos especialistas sugerem a marcação da região a ser pigmentada, traçando a medida de traz pra frente e vice-versa, para respeitar o traçado natural (RODRIGUES,2018).
Importante destacar que os movimentos, posicionamento e firmeza das mãos e punhos são elementos indispensáveis na realização do procedimento de micropgmentação artificial na pele, pois se realizado da forma adequada evitam lesões desnecessárias e tornam os resultados naturais e agradáveis ao paciente, mesmo que por meio de um procedimento artificial (MARTIS, et al, 2009).

Apesar de ser um procedimento com alta durabilidade, não pode ser chamado de definitivo, isso porque sua implantação é feita em nível subepidérmico e não intraepidérmica (PÉREZ, et al. 1995). Isso significa dizer que com o passar do tempo, o pigmento é paulatinamente expelido do tecido, e portanto, necessitará de manutenção.
Isso se deve ao fato de que os lábios são constantemente úmidos devido a produção de saliva, apresentam variedade de recurso receptivo, e por isso lutam contra agentes estranhos que possam lhe afetas, o que justifica a perda de aproximadamente 50% do pigmento depositado nos lábios. (MARTIS, et al, 2009).

A IMPORTÂNCIA DOS PIGMENTOS PARA DERMOPIGMENTAÇÃO LABIAL

Os pigmentos de dermopigmentação labial são conhecidos como cosméticos permanentes utilizados na tatuagem cosmética. Estas “tintas” são aditivos de cor sujeitos à aprovação para sua pré-comercialização sob a Lei Federal de Alimentos, Medicamentos e Cosméticos. Os pigmentos são divididos em naturais, artificiais e sintéticos. Os pigmentos naturais subdividem-se em orgânicos e inorgânicos, a depender da sua origem, que pode ser animal, mineral ou vegetal (PÉREZ, et al. 1995).
O assentamento dos pigmentos são feitos por células do tecido conjuntivo, ricos em lisossomas, que fagocitam elementos estranhos ao corpo, chamadas de macrófagos. Através dessa reação inflamatória, ocorre uma produção fibrosa ao redor dos macrógafos, fazendo com que o pigmento não migre, e assim permaneça estável no local pigmentado (MAIO, SALLES, 2004).
Na micropigmentção o processo inflamatório refere-se a agressão de inserir uma agulha com pigmento. As células de defesa chegam ao local para combater a entrada e permanência desse pigmento na pele. Como causadores desse processo inflamatório temos agentes físico (agulha) e químico (pigmento) (SCHUSTER,2017).

Os resultados do pigmento nos lábios podem durar por muitos anos, mas tendem a desaparecer com o tempo, isso varia de pessoa para pessoa. Embora o pigmento permaneça na derme, o seu período de beleza pode ser influenciado por vários fatores, como ambientais, processuais e individuais, ou seja, a depender de fatores como por exemplo o ambiente físico, exposição à determinados cosméticos o pigmento tende a sumir lentamente (MAIO, SALLES, 2017). A quantidade e a cor do pigmento depositado na derme podem interferir no período de tempo em que a maquiagem permanecerá na pele. Aplicações de aparência extremamente natural provavelmente exigirão retoques em um menor espaço de tempo. No que diz respeito às influencias individuais, além dos diferentes tipos e tons de pele, estão inclusos os estilos de vida de cada um, como a por exemplo, pessoas que praticam a atividades de exposição ao sol, natação, etc (MIFFLIN, 2017).

CUIDADOS DURANTE E PÓS PROCEDIMENTO DERMOPIGMENTAÇÃO LABIAL

Todo e qualquer procedimento estético exige cautela do profissional antes da sua realização. Por isso, faz-se necessário o conhecimento técnico do procedimento, bem como a efetiva especialidade do profissional. Não obstante, é necessário também que o paciente tenha ciência dos cuidados durante e pós procedimento a fim da obtenção do resultado adequado.
Segundo Donida (2015), é desaconselhado micropigmentar áreas próximas das comissuras, acima de 2mm da linha de transição, mucosas e sulcos muito profundos. São locais extremamente delicados, que até podem ser micropigmentadas, porém exigem que o profissional tenha muita habilidade, experiência e competência. Um pequeno descuido durante o procedimento pode ocasionar problemas estéticos como: desbotamento desuniforme, assimetria e resultado desnatural.
Já se ouviu falar em casos, muito raros, de pessoas que após se submeterem à ressonância magnética, relataram inchaço ou queimação nas áreas micropigmentadas. Todavia, após uma análise médica dos casos, chegou-se a
conclusão que essas pessoas foram submetidas ao uso de pigmentos de baixa qualidade, adulterados com metais pesados e com propriedades diamagnéticas (PÉREZ, et al. 2015).
Muitos profissionais utilizam anestésicos tópicos antes da realização do procedimento, no entanto se não forem utilizados com segurança há um grande potencial para efeito adverso. Por isso, em 2013 a Associação Internacional da Industria Cosmética de Tatuagem – CosmeticTatoo.org publicou uma lista detalhada de precauções para toda a indústria internacional de cosméticos permanentes (PÉREZ, et al. 2015).
Assim como as tatuagens, a maquiagem permanente pode ter complicações como migração, alergias aos pigmentos, formação de cicatrizes, granulomas e queloides, rachaduras na pele, descamação, formação de bolhas e infecção local. Importante destacar que o uso de instrumentos de tatuagem não esterilizados pode infectar o paciente com doenças graves, como HIV e hepatite. Há também casos de insatisfação ou arrependimento do paciente, todavia, tanto o profissional quanto o paciente deve estar ciente que os lábios são uma área de difícil remoção do pigmento sem ocasião de sequelas permanentes. Assim, deve-se seguir em conformidade as precauções e um código de prática segura, bem como muita informação àquele que deseja se submeter a um procedimento de dermopigmentação estética (MIFFLIN, 2017).
É essencial que o profissional tenha sido adequadamente treinado para a aplicação do pigmento na pele, para evitar a migração. Segundo Pérez (2015), os pigmentos de tatuagem podem “migrar” quando um técnico “sobrecarrega” uma área, especialmente ao redor dos olhos, onde o pigmento pode “sangrar” no tecido circundante. Nesse sentido, o profissional que sabe o momento de parar de depositar pigmento, bem como sabe lidar com o inchaço da pele, obterá uma aplicação bem-sucedida.
Além disso, é indispensável o uso de EPI – Equipamentos de Proteção Individual adequado para proteger a saúde do profissional e do cliente/paciente, particularmente na prevenção da transmissão de patógenos transmitidos pelo sangue (LEITÃO, ECKERT, 2015).

Após a realização do procedimento são aconselhados cuidados específicos com a área micropigmentada. É necessário que o paciente evite exposição solar, ao vapor, uso de agua quente, banho em locais públicos, uso de cosméticos não recomendados pelo profissional. No caso de micropigmentação nos lábios é contraindicado o contato muito próximo com outras pessoas, leia-se beijo, pois a área fica vulnerável e suscetível à herpes. É recomendado ainda o uso de hidratantes labiais para garantia de melhor resultado (ZANGI,2009).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Atualmente a estética vem direcionando seus produtos e técnicas para abranger um mercado cada vez maior e suprir a necessidade de seus consumidores que tem cada vez menos tempo para cuidar da saúde e da beleza. Considerando este novo mercado, o objetivo desta pesquisa foi trazer conhecimento sobre a dermopigmentação, precipuamente a dermopigmentação labial, que com um conceito de criação e arte possibilita corrigir lesões e ou defeitos genéticos, bem como acentuar traços naturais. Tal procedimento não nasceu para substituir a prática da maquiagem tradicional, mas para ser mais uma ferramenta prática de embelezamento e harmonia do rosto em geral. Por meio do presente estudo, verificou-se que cabe ao profissional a profunda especialização sobre a técnica, o que lhe possibilitará um diferencial no seu atendimento, bem como o reconhecimento e confiança pelos clientes/pacientes. Ademais, deve-se levar em consideração o profissional da estética não trabalha apenas com a aparência exterior do indivíduo mas também com suas emoções interiores, vez que o indivíduo que busca melhoria na sua aparência é o mesmo indivíduo que expressa através do seu rosto e corpo suas carências e desejos, ou seja, sua personalidade. Neste contexto a dermopigmentação labial vai além de um procedimento de melhora estética, mas também apresenta efeito benéfico na autoestima do indivíduo

REFERÊNCIAS

BORGES, Fábio dos Santos. Dermato Funcional: Modalidades Terapêuticas nas disfunções estéticas. São Paulo: Phorte, 2006.
BRASIL. RDC 55/08. Estabelece regras para registro de produtos utilizados nos procedimentos de pigmentação artificial permanente da pele. Diário Oficial da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Brasília, v. 126, n. 66, p. 6009, 8 abr. 1988. Seção 1, pt.1.
CORMACK, David. Fundamentos de Histologia. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan S.A, 1996
DONIDA, Robledo Girelli. Manual técnica para micropigmentação. Timbó: Tipotil, 2015.
EDUCALINGO. Dicionário online. Significado de labial. Disponível em: https://educalingo.com/pt/dic-pt/labial. Acesso em 15, nov. 2019.
GUYTON, A. C., Tratado de Fisiologia Médica. 9ª Edição. Rio de Janeiro: Guanabara Kogan, 2016
LEITÃO, D.K., ECKERT, C. À flor da pele: estudo antropológico sobre a prática da tatuagem em grupos urbanos. Porto Alegre: UFRGS. 2015.
MAIO, M., SALLES, A.G., Tratado de medicina estética. 1ª Edição. São Paulo: Editora Roca, 2017.
MAIO, M., SALLES, A.G., Tratado de medicina estética. 1ª Edição. São Paulo: Editora Roca, 2004.
MARTINS, A., MARTINS, M.B., MARTINS, M., Micropigmentação: a beleza feita com arte. 3ª Edição. São Paulo: Livraria Médica Paulista, 2009.
MARTINS, Marcia; MARTINS, Magda B; MIRANDA, Andréa M. Micropigmentação: maquiagem permanente. São Paulo: Senac, 2002. 85 p.
MIFFLIN, Margot. Bodies of subversion: a secret history of women and tattoo. Nova Iorque: Juno Books. 2017.
PÉREZ, M. G.; CONGOST, I. C.; MORENO, M. C. S. Dermografía Técnica de la Micropigmentación; 1ª edição. Madrid: Videocinco, 2015.
PÉREZ, M. G.; CONGOST, I. C.; MORENO, M. C. S. Dermografía Técnica de la Micropigmentación; 1ª edição. Madrid: Videocinco, 1995. PAIXÃO, M.P. et al. Lifting de lábio superior associado à dermabrasão mecânica. Surg Cosmet Dermatol., v. 3, n. 3, p. 249-53, 2011.
RODRIGUES, André. Tatuagem: dor, prazer, moda e muita vaidade; 1ª edição. São Paulo: Editora Terceiro Nome, 2018.
SCHUSTER, Alisson; CURY, Iesmim. Micropigmentação: conheça, aprenda, surpreendase. Curitiba: Jm Editora, 2017. 176 p
SANDOVAL, Maria H. L.; AYRES, Eloisa L. Preenchedores, guia pratico de técnicas e produtos. São Paulo, 2013.
ZANGI, S. Micropigmentação. Curso Técnico de Micropigmentação, Instituto Márcia Oliveira. Curitiba, 2009.

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