Quais tipos de tinta mantém a durabilidade da qualidade por mais tempo?

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Se você tem tatuagem, com certeza, já recebeu instruções sobre como mantê-la saudáveis, especialmente durante o período de cicatrização. Recomendações do tipo “aplique hidratante”, “não se exponha ao sol” e “evite alimentos gordurosos e condimentados” são muito comuns, mas, por si só, não são suficientes para a manutenção da cor e da intensidade da tattoo.

É preciso atentar-se também às tintas aplicadas na pele, que impactam diretamente na durabilidade e qualidade do desenho. Confira abaixo como e por que é importante escolher, com cuidado, a tinta ideal para os diferentes padrões e modalidades de tatuagem!

A importância de escolher tintas de qualidade

Como vimos, uma série de fatores impacta na durabilidade de uma tattoo: a exposição aos raios solares, o uso de cosméticos e, sobretudo, a qualidade e a procedência das tintas.

No Brasil, a regulamentação, bem como a supervisão, dos diversos tipos de pigmentos disponíveis no mercado é realizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Graças ao trabalho da agência reguladora, é possível fiscalizar as substâncias que compõem as tintas e verificar se essas são seguras e podem ser aplicadas na pele.

O uso de pigmentos não autorizados pela Anvisa e/ou adulterados pode aumentar o risco de reações adversas na saúde, como o desenvolvimento de alergia, dermatite e, até mesmo, câncer de pele, em casos extremos. Além disso, não garante o resultado da tattoo por muito tempo. Daí a importância de escolher, cautelosamente, o tatuador e o tipo de tinta ideal.

Hoje, é preciso prestar atenção não apenas na tonalidade do pigmento, mas também nas substâncias que o compõe. Tudo isso influencia a qualidade e a durabilidade das tatuagens.

Há aqueles feitos a partir de componentes orgânicos, como carbono e plantas, e inorgânicos (derivados de metais, como ferro, cádmio e crômio). Os orgânicos resultam em tons com mais brilho, ao contrário dos inorgânicos, que conferem tons mais opacos.

Tipos de tinta para tattoo

Existe uma infinidade de marcas e tonalidades de tinta no mercado brasileiro, sendo as mais comuns as cores preta, branca, verde, amarela e vermelha. Veja a seguir as substâncias que compõem tais pigmentos.

Tinta preta

De forma geral, a tinta preta é a mais comum nas artes de tattoo e, portanto, a mais comercializada pelos tatuadores.

Ela tem como base o carvão e, por não contar com muitos componentes químicos no seu processo de fabricação, não costuma causar reações alérgicas com frequência. No entanto, o que pode levar a esses problemas de pele é o fenol, quando utilizado na composição.

Tintas branca e azul

O pigmento branco é composto por óxido de titânio, substância potencialmente alérgica. O azul, por sua vez, é feito com sais de cobalto, o que pode provocar alergias sensíveis.

Tintas marrom e rosa

Tintas marrom, rosa e lilás são mais incomuns para colorir tatuagens, se comparadas aos pigmentos preto e branco, e podem causar, com mais frequência, reações alérgicas.

Tintas com essas cores são compostas por sais de ferro. Esse componente é formado por um composto de óxido férrico ou de sais de cádmio, chamado de vermelho veneciano, que desencadeia lesões nos rins e câncer.

Tintas amarela e vermelha

Assim como os pigmentos marrom e rosa, as tintas de cor amarela e vermelha também podem trazer complicações ao corpo. Isso porque essas tonalidades são alcançadas por meio de sais de cádmio, um metal perigoso capaz de provocar câncer de pulmão e de próstata.

Tinta verde

O pigmento talvez seja um dos mais importantes focos de atenção. Essa tinta é composta por sais de cromo, que são conhecidos por causar asma, bronquite e câncer. Além disso, a substância pode provocar diversas reações eczematosas e coceiras.

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