Quimioterapia: saiba como a micropigmentação pode ajudar na recuperação da autoestima

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A micropigmentação é uma nova técnica que vem para ajudar a recuperação da autoestima. Isso porque ela melhora os aspectos naturais do rosto, como desenho das sobrancelhas e dos lábios. Entre os que mais se beneficiam do procedimento estão os pacientes que passam por quimioterapia.

Muitas vezes a micropigmentação é entendida como uma tatuagem cosmética. No entanto, ela difere das tatuagens por utilizar um pigmento especial, e não a tinta comum. Por isso, é uma técnica menos invasiva, e cujo procedimento é feito com instrumentos especiais para a área estética e de saúde.

O que é micropigmentação?

A micropigmentação é um procedimento cosmético para melhorar a aparência dos cabelos, sobrancelhas, olhos e lábios, por exemplo. Conhecida como maquiagem permanente, ela permite recuperar a autoestima por meio de um método moderno que envolve a injeção de um pigmento na derme (camada média da pele).

Em razão de questões de segurança e à natureza da técnica de micropigmentação, o procedimento deve ser feito apenas por médicos e especialistas treinados. É utilizado uma pequena agulha para inserir um pigmento mineral hipoalérgico na derme. O processo exige a utilização de luva e outros equipamentos para evitar a propagação de germes.

Uma das vantagens da micropigmentação é que ela pode durar anos. Portanto, é a solução ideal para pessoas que sofrem perda de cabelo e sobrancelha por causa alopecia ou tratamento de quimioterapia.

Outra vantagem é a rapidez do resultado. O procedimento leva entre 20 a 30 minutos, por isso o paciente pode ver os resultados em um dia apenas. Em alguns casos, quando o paciente tende a sentir mais dor, é feito a anestesia local para evitar o desconforto.

Micropigmentação para recuperar a autoestima

A micropigmentação tem sido utilizada em pacientes que passam por processos que comprometem a autoestima. A perda de cabelos é um exemplo. Mas são os pacientes que tratam câncer, principalmente as mulheres, que a micropigmentação ajuda mais.

Além de melhorar a aparência, o procedimento melhora o estado psicológico, pois a mulher se vê de maneira diferente. O processo marca um recomeço, um resgate da sua autoestima. Pacientes que trataram câncer de mama e perderam os seios, por exemplo, podem utilizar a micropigmentação na reconstrução mamária, redesenhando mamilos e aréolas.

Quem faz quimioterapia, precisa lidar com a perda dos cabelos e dos fios da sobrancelha, um efeito colateral do tratamento. Para o cabelo é possível utilizar lenço, mas a sobrancelha é um grande problema. Por isso, a micropigmentação permite redesenhar os fios, recuperando o visual natural.

Antes de realizar o tratamento, é preciso fazer uma consulta para avaliar a possibilidade da micropigmentação. Pacientes que estão em tratamento oncológico não podem realizar o procedimento. A micropigmentação também não é indicada para diabéticos, hipertensos, hemofílicos, leucêmicos, portadores de HIV e pessoas com trombose.

Ademais, antes de começar a micropigmentação, é preciso suspender qualquer tratamento próximo ao local em que será realizado o procedimento. Isso inclui tratamentos a laser, peeling e ácido. Assim, garante-se que haverá uma cicatrização sem descamação. Após a realização do procedimento, é preciso evitar qualquer fonte de calor por pelo menos 10 dias.

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